Sobre Nós
Deixa eu te contar uma história. Ela começa antes de mim. Antes até dos meus pais. E garanto que no final faz todo o sentido.
Tudo começou com o Vô Pedro
Meu avô herdou um pedaço de terra em Santa Bárbara d'Oeste, interior de São Paulo. Jovem, olhou pra aquele pedaço de mundo e pensou: “dá pra lotear isso aqui”. Dito e feito. Sem manual, sem muito planejamento, do jeito que as histórias boas costumam começar.
O que ele não sabia é que entre os clientes dessa época estava um senhor chamado Nadico. O Vô Nadico. Que tinha uma filha chamada Tânia. Que anos depois conheceu meu pai, o Marcos. Que eram filhos dos dois. Que se casaram.
E isso nem é roteiro de novela. É só a vida sendo mais criativa do que a gente.
Meu pai e o CRECI que ficou na gaveta
O Vô Pedro passou a vida tentando convencer meu pai a trabalhar com imóveis. Meu pai, jovem e decidido a fazer diferente, até tirou o CRECI, mas guardou numa gaveta e foi viver outras histórias.
Anos depois, já casado com minha mãe e com dois filhos (eu e meu irmão Arthur, que foi pro lado da medicina e deixou a concorrência bastante desigual aqui em casa), ele cedeu. Não sei se foi cansaço, sabedoria ou minha mãe sendo muito persuasiva. Provavelmente os três. Em 2011, eles formalizaram o que a família já carregava nas veias: fundaram a imobiliária, com foco em imóveis e terrenos em condomínios fechados aqui em Santa Bárbara d'Oeste.
Com o tempo, minha mãe foi expandindo a atuação para lançamentos de apartamentos de médio padrão, e foi construindo, negociação por negociação, a reputação que a empresa tem hoje.
O que ficou de tudo isso
Meu pai foi embora há quatro anos. Deixou saudade, deixou ensinamentos, e deixou uma crença que o Vô Pedro já tinha lá atrás, que o Vô Nadico também compartilhava, que minha mãe carrega com orgulho e que hoje martela na minha cabeça todos os dias:
Imóvel é legado. É investimento seguro. Na hora do aperto, quem tem imóvel, tem tudo.
Não é frase bonita de rodapé. É a convicção que atravessa três gerações dessa família, testada, vivida e comprovada.
E aí chegou a minha vez
Em 2025, decidi seguir o conselho que o meu pai sempre me deu, e que, como todo conselho de pai, só fez sentido alguns anos depois de ele ter dado. Mergulhei de cabeça na SCatharina ao lado da minha esposa Larissa. E adivinha: a história se repete de novo.
Hoje somos três à frente da empresa. Te apresento a equipe:
Quem somos
Thomas
Sou o filho que mexe no computador, já que o Arthur virou médico e alguém precisava ocupar o posto de “orgulho diferente”. Desde criança fiz as coisas no meu tempo e do meu jeito: comecei a tocar bateria com cinco anos e tocava de verdade, como profissional. Aos oito entrei num curso de informática voltado para adultos e fui o primeiro aluno da turma. Daí em diante, mergulhei no universo da tecnologia e nunca mais voltei à superfície.
Fiz carreira em grandes startups e no mercado corporativo até que, em 2025, decidi que era hora de construir algo meu. Na Santa Catharina, cuido do braço de tecnologia, produto e mercado da empresa. Em paralelo, participo ativamente da construção de uma empresa de tecnologia e inteligência artificial que continua crescendo nas minhas horas de folga — se é que isso existe. É o tipo de trabalho que meu pai adoraria ver.
Larissa
A Larissa chegou como “agregada”, se casou comigo e de repente estava dentro da família. Mas desde o primeiro dia ficou claro que ela tinha um DNA muito parecido com o do meu pai, comunicativa, negociadora, planejadora e ousada. O tipo de pessoa que entra numa sala e já está três passos à frente de todo mundo.
Formada em Administração pela Unicamp, ela construiu carreira em startups de tecnologia — inclusive foi lá que a gente se conheceu — e em 2022 vendeu a empresa que ela mesma participou da construção como sócia. Depois de dois anos no mercado corporativo de tecnologia, em 2024 assumiu a gestão da Santa Catharina. A piada interna é que lidar com a sogra é infinitamente melhor do que lidar com qualquer chefe. Mas, honestamente, a empresa tem crescido com elas no comando, então a piada até tem fundamento.
Tânia
Minha mãe é a matriarca. A voz da experiência, real e literal, no mercado imobiliário de Santa Bárbara d'Oeste. Ela conhece todo mundo, não tem causa perdida, é obcecada em resolver problemas e, na maioria esmagadora das vezes, ela resolve.
E quando falo em resolver problemas, falo de verdade: quando um cliente quer comprar um imóvel mas esbarra numa dificuldade, especialmente as burocráticas, a Tânia não desiste. Ela articula, acompanha, dá um jeito. Se tem caminho, ela acha. Se não tem, ela cria um.
Quem negocia com a Tânia sente que está sendo cuidado. Como se a pessoa mais confiável do mundo tivesse olhado pra aquele imóvel, naquele negócio, e dito: “pode ir que vai dar certo”. Ela é a essência da SCatharina. Carrega o Marcos, que carregava o Vô Pedro, que começou tudo lá atrás num pedaço de terra em Santa Bárbara d'Oeste.
Como a gente trabalha
Antes de vender, queremos que você compre bem.
Isso significa entender sua rotina, sua vida, seu momento. Nosso atendimento é consultivo: a gente ouve antes de falar, e indica o que faz sentido pra você, não o que é mais conveniente pra gente.
Captamos apenas o que a gente endossaria.
Trabalhamos com imóveis de boa qualidade construtiva e documentação regularizada. Não é diferencial, é pré-requisito.
Nossa maior recompensa é a decisão certa.
Não acreditamos em venda por pressão. Acreditamos que quando o cliente compra bem, todo mundo ganha, inclusive a gente. Nosso resultado é consequência de um trabalho honesto.